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  • Redação

Racismo é apurado na pré campanha da OAB/DF e Sandra Terena critica atitude de escritório

Atualizado: Out 2





O Ministério Público e outros órgãos estatais de proteção à questão racial apuram a responsabilidade de suposto cometimento de Racismo pelo advogado Maximiliano Telesca.


Denuncias apontam que o nobre advogado teria se referido a um advogado negro - após ele inserir a figura do personagem Mussum - como "Macaco".


O caso causou grande repercussão e indignação entre os advogados.


Fontes ouvidas se prontificaram a testemunhar sobre o ocorrido:


"Há ainda um documento público feito em cartório que comprova o corrido."


Estranhamente a OABDF segue silente.


ANTES DISSO:


Antes disso o portal horabrasilia havia publicado uma notícia em que a ex-Secretária Nacional da Igualdade Racial, Sandra Terena, criticou a atitude de Max Telesca de oferecer vaga de estágio para afrodescendentes:


Difamação e demagogia como arma eleitoral: Escritório do DF abre estágio para pretos


A demagogia de renomado escritório de advocacia de Brasília causou constrangimento.


Na tentativa de “lacrar”, o escritório Telesca e Advogados Associados divulgou um anúncio para seleção aberta para uma vaga de estágio na área de Direito, exclusivamente para afrodescendentes o que gerou discussão em grupos do Whatsapp formados por advogados, a iniciativa foi duramente criticada por considerar um ato discriminatório as pessoas negras colocando-as numa situação de exclusão num eventual certame de escolha de estagiários, tal fato gerou argumentos prós e contrários num grupo privado, sem vinculo oficial a seccional da OAB-DF fechado ao acesso público.


Procurada pela reportagem, a ex-Secretária Nacional da Igualdade Racial, Sandra Terena, criticou a ação. “Primeiro que no Brasil, a população negra é formada por pretos e pardos, o que representa hoje 56% da população brasileira. Apenas 7% da população brasileira é formada por pretos retintos.


Nas universidades, onde as cotas são regulamentas por Lei, existe uma grande estatística de fraudes, pois, na hora da inscrição, basta que o cidadão se declare negro para participar, o que gera dúvida e insegurança.


"Enquanto Secretária, meu legado foi identificar mais de 28 comunidades tradicionais brasileiras, que precisam de visibilidade, entre elas, os pomeranos, uma comunidade tradicional formado por loiros de olhos azuis, que também passam por dificuldade”, disse Sandra Terena.


Ela contou ainda, que os próprios pretos querem sair deste vitimismo.

O presidente Bolsonaro foi chamado de racista após brincar com seu apoiador de cabelo black Power, Maicon Sulivan, perguntando se havia barata no cabelo dele. Maicon ficou surpreso ao ver sua foto estampada nos grandes jornais acusando Bolsonaro de Racismo. “Não se trata de racismo, mas sim de intimidade”, disse Maicon, calando os lacradores.


Ainda sobre a polêmica do dos advogados do DF, em matéria veiculada pelo portal Metrópoles no dia 8 de maio de 2021, intitulada “Advogados do DF zombam de estagiários negros em grupo de WhatsApp” e republicada pelo site sindilegis.org.br/sindilegis-repudia-mensagens-racistas-contra-vaga-exclusiva-para-afrodescendentes/ e repercutida em nota de repúdio da ANACRIM – Associação Nacional da Advocacia Criminal traz a tona a pseudo polêmica de um caso do suposto racismo. Um ato de aleivosia praticado por advogados que fizeram uma montagem das mensagens publicadas no grupo “Interação Subseções OAB-DF” , atribuindo ao advogado Yure Gagarin mensagens supostamente de cunho racista quando na verdade tratava-se de uma alusão ao seu primo Dioclesiano Milhomens Júnior que desde a tenra idade é conhecido em Taguatinga - DF na “M Norte” como “macaco”.


Tal ação é motivada por questões políticas e pessoais uma vez que o advogado tem uma posição ideológica conservadora em contraponto ao advogado patrono do escritório conhecido pela posição esquerdista tendo inclusive sido sócio do então advogado do Partido dos Trabalhadores Dias Toffoli, hoje, Ministro do STF.


Fonte citada: https://horabrasilia.com.br/difamacao-e-demagogia-como-arma-eleitoral-escritorio-do-df-abre-estagio-para-pretos/


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